quinta-feira, 18 de abril de 2013

Dinâmica CF 2013 - FRATERNIDADE E JUVENTUDE

Estou aqui... E quem sou eu? 


1. Recado ao catequista, com justificativa do tema


Os jovens estão correndo muitos perigos se não souberem o valor que têm como criação de Deus, um artista que só faz obras primas. Uma verdadeira autoestima não é sinônimo de vaidade, nem gera arrogância. Pelo contrário, quem se torna agressivo, praticante de bullyng, voltado para humilhar os outros, em geral está com a sua autoestima muito mal resolvida. Quem conhece o seu próprio valor está mais preparado para servir com alegria, viver a fraternidade, transformar a realidade para melhor, gastar a sua vida com aquilo que realmente vale a pena. É bom lembrar que a chamada “regra de ouro” não é só “amar o próximo”, é “amar ao próximo como a si mesmo,” Quem não se valoriza vai achar que não tem nada para oferecer aos outros, à sociedade, até a Deus.



Assim, ajudar as crianças e adolescentes na construção de uma saudável autoestima é iniciar a formação que vai produzir jovens mais seguros, capazes de construir uma vida melhor e de dizer “não”, com tranquilidade, a seduções perigosas que a sociedade oferece.


2. Desenvolvimento do encontro



Preparação do local: colocar em destaque o cartaz da Campanha e a Bíblia; confeccionar “fichas de apresentação” para os catequizandos preencherem; trazer revistas que tenham anúncios de produtos que insinuam que a pessoa vale por aquilo que ela tem, que usa, que veste; providenciar material para elaboração de pequenos cartazes que terão “anúncios dos valores do céu”.


3. Apresentação do tema


Estamos na Campanha da Fraternidade, que a nossa Igreja organiza todos os anos na Quaresma. O catequista vai conversar sobre a Campanha, verificar o que os catequizandos já sabem sobre ela e sobre o tema e o cartaz deste ano. A Campanha está voltada para os jovens. O que vemos os jovens fazendo a nossa volta? Que tipo de jovens queremos ser? Como nos preparamos para isso?





O lema é uma frase da Bíblia. É a resposta que o profeta Isaías, ainda jovem, deu a Deus, numa época em que o povo não estava se comportando bem. Profeta não é alguém que adivinha o futuro, é quem transmite recados importantes de Deus. Isaías fez isso. Nós também podemos fazer. Somos profetas quando protestamos e resistimos a propostas que prejudicam os direitos das pessoas, filhas e filhos de Deus. (Dar exemplos concretos de boas obras que merecem apoio na comunidade, de trabalhos que a nossa Igreja e outras Igrejas cristãs realizam e de atitudes prejudiciais que devem ser rejeitadas, de acordo com o que for mais evidente na realidade local).


4. Eis-me aqui – diz o cartaz. Mas que sou eu?


Cada um é convidado a se imaginar no cartaz da Campanha, no lugar da jovem que ali está representada. Quando alguém diz a Deus “estou aqui”, está se apresentando com suas qualidades, seu jeito especial de ser. Não há duas pessoas iguais. Mesmo se você tiver um irmão gêmeo, ele não é exatamente você...E, por isso, cada um de nós é insubstituível: nunca existiu, nem vai existir alguém exatamente igual a você. Deus é um artista que só faz obras primas e originais... e foi Ele que fez cada um de nós. Portanto, quando cada um diz a Deus “eis-me aqui”, está se apresentando com toda sua originalidade, para fazer o melhor de um jeito é só seu. E Deus conta com cada um de nós para deixar no mundo uma boa marca, de um modo especial, de acordo com os talentos que somos capazes de desenvolver e pôr em ação.


Num livro de Jostein Gaarder, que se chama “Ei, tem alguém ai?”, temos um trecho que fala sobre isso. Ele conta a história de um menino que está sozinho em casa porque a mãe foi para a maternidade ter um bebê. Ele sobe numa árvore no quintal e lá recebe a visita de um pequenino extraterrestre que quer conhecer o nosso planeta. O alienígena vai vendo as coisas que não existem no seu planeta e vai pedindo explicações ao menino. Passa uma galinha e ele pergunta: O que é isso? O garoto responde: é uma galinha comum. O extraterrestre fica indignado com a resposta: como uma coisa tão estranha pode ser chamada de “comum”? Será que o menino não percebe que tudo é maravilhoso no seu mundo? Aí o autor do livro faz seu comentário da cena dizendo que, pior do que falar numa galinha comum, seria dizer que alguém é um menino comum ou uma menina bem comum. Ele afirma que só faz isso quem não quer se dar ao trabalho de conhecer melhor as pessoas.


E nós? Sabemos olhar as pessoas e descobrir o que cada um tem de especial? E – o que também é muito importante – sabemos olhar para nós mesmos percebendo o quanto somos originais, maravilhas únicas que merecem ser bem conhecidas, valorizadas e postas em ação para fazer coisas ótimas?


5. Vamos apresentar a pessoa única que é cada um de nós


Pessoas especiais (como somos todos nós) precisam descobrir sua própria originalidade, valorizar seus dons e deixar que outros as conheçam para que todos possam partilhar os talentos que Deus distribuiu e que cada um está sendo capaz de desenvolver.


Então vamos planejar uma apresentação inicial (que é só um primeiro passo porque temos a vida inteira para ir descobrindo quem somos e quem podemos ser). Primeiro cada um vai conversar com Deus em silêncio, agradecendo o que Ele já criou em nó, o que Ele nos ajuda a desenvolver e pedindo que nos anime para o que ainda vamos melhorar em nós, para vencer algumas falhas e até aproveitar algumas dificuldades para fortalecer nossa personalidade.


Cada um vai preencher a ficha abaixo e depois vai partilhar os dados em dupla com quem estiver ao lado:


Eu sou ________________________________ (nome).


Nasci no dia _____ de _____ de _____.


Gosto muito de ____________________________________________________________
Tenho algumas qualidades interessantes: sou ___________________________________
Quero crescer e ser capaz de ________________________________________________
Meu time do coração é______________________
Meu prato preferido é_______________________
Preciso melhorar em algumas coisas, como, por exemplo: _________________________



Após a partilha, alguns podem ser convidados a dizer como se sentiram conhecendo melhor o companheiro.


6. Mas, Às vezes, parece que as coisas são mais valorizadas do que as pessoas


O catequista vai agora conversar com o grupo sobre a propaganda que vive anunciando que as pessoas só são valorizadas se usarem determinados artigos de consumo. Há anúncios de carro, por exemplo, que afirmam que “o carro diz quem você é”. O mesmo pode acontecer com anúncios de roupas, celulares, artigos “da hora”.

Muita gente se sente infeliz quando não tem alguma coisa que, mesmo não sendo essencial, está sendo valorizada como algo que está na moda.

Serão mostrados, então, os anúncios de revistas ou jornais, para que o grupo analise o que está sendo comunicado pela linguagem da propaganda.

O catequista lembra então que Jesus valorizava outras coisas: não o que a pessoa usa ou possui, mas o que a pessoa de fato é, o que ela traz no coração. Ele até disse:


“Não ajunteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Pois onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração (Mt 6,19-21)”.

Refletindo sobre isso, o grupo será convidado a fazer uma lista de tesouros da terra (coisas como: carro novo, último modelo de celular, roupa de marca famosa...) e outra de tesouros do céu (coisas como bondade, sabedoria, fraternidade, coragem para fazer o bem, capacidade de perdoar, amizade...). Depois serão olhados de novo os anúncios já mostrados, com a proposta de construir, com linguagem parecida, anúncios de tesouros do céu. Por exemplo: Se o anúncio diz: Aproveite para fazer uma jogada de craque: garanta a melhor televisão para ver os jogos. Podemos construir outro que diga: Aproveite as melhores qualidades para ser um campeão na arte de fazer do mundo um lugar melhor....


Os cartazes que forem elaborados podem depois compor um mural com um título como, por exemplo, Imperdíveis tesouros do céu. Não deixe de conquistar o seu.


7. A Bíblia nos fala da importância do ser humano

Ler e refletir sobre a mensagem do Salmo 8.


Ó Senhor, nosso Deus, como é glorioso teu nome em toda a terra!
Sobre os céus se eleva a tua majestade!
Da boca das crianças e dos lactantes te procuras um louvor contra teus adversários,
Para reduzir ao silêncio o inimigo rebelde.
Quando olho para o céu, obra de tuas mãos,
Vejo a lua e as estrelas que criaste:
Que coisa é o ser humano, para dele te lembrares,
Que é o ser humano, para o visitares?
No entanto, o fizeste só um pouco menor que um deus,
De glória e de honra o coroaste.
Tu o colocaste à frente das obras de tuas mãos.
Tudo puseste sob os seus pés:
Todas as ovelhas e bois, todos os animais do campo,
AS aves do céus e os peixes do mar.
Todo ser que percorre os caminhos do mar.
Ó Senhor, Senhor nosso como é glorioso o teu nome em toda a terra!






Após a reflexão sobre o conteúdo da mensagem do salmo, as fichas de apresentação serão colocadas numa cestinha e oferecidas a Deus, com a oração abaixo (pode ser também uma prece espontânea ou a oração da CF 2013, p.39).




Todos: Senhor, nós te agradecemos porque nos criaste como filhos e filhas muito amados. A Ti apresentamos o que já descobrimos sobre nós, repetindo como disse o jovem profeta Isaías: Eis- me aqui, envia-me! Pedimos pelos jovens do nosso país, para que eles saibam reconhecer e usar bem as qualidades. Nós também queremos crescer aproveitando bem os dons e talentos que nos deste, trazendo sempre no coração os tesouros do céu, como Jesus falou. Contamos com a Tua ajuda para superar nossas falhas e ir vencendo as dificuldades do caminho. Amém.



8. Atividade para casa



Conversar com o pessoal de casa e com alguns amigos, procurando perceber as qualidades que cada um tem, o que faz deles pessoas especiais. Anotar o que foi descoberto e trazer para partilhar no próximo encontro.

Canto final: (Hino da Campanha da Fraternidade 2013 ou outro, como, por exemplo:
Quero ouvir seu apelo, Senhor
(Ir. Míria T. Kolling)


Quero ouvir teu apelo, Senhor, ao teu chamado de amor e responder./ Na alegria te quero servir, e anunciar o teu reino de amor.
E pelo mundo eu vou. Cantando o teu amor./ Pois disponível estou para servir-te, Senhor.
Dia a dia, tua graça me dás; nela se apoia o meu caminhar./ Se estás ao meu lado, Senhor, o que, então, poderei eu temer?
E pelo mundo eu vou. Cantando o teu amor./ Pois disponível estou para servir-te, Senhor.


In: CNBB.Subsídio da CF/2013 para catequese com crianças e adolescentes.
(http://www.catequesehoje.org.br/index.php/diverso/metodologia/338-um-encontro-sobre-a-cf-2013)

segunda-feira, 25 de março de 2013

CATEQUISTA: PESSOA CHAMADA POR DEUS!


A comunidade não dispensa a figura do Catequista; ao contrário: em função do papel da Comunidade na Catequese, e também devido às transformações sociais e culturais do nosso tempo, estamos descobrindo um novo tipo de catequista: alguém que, integrado na comunidade, conhece bem sua história e suas aspirações e sabe animar e coordenar a participação de todos.” (DGC 70)

 O processo comunitário exige a participação da comunidade na escolha dos catequistas tendo em vista que “a catequese é responsabilidade de toda comunidade”.  Por isso o catequista tem que ser uma pessoa inserida na comunidade e ter uma boa vivência cristã.

A pessoa que recebe um chamado para o Ministério da Catequese e dá o seu SIM, deve estar disposto a cumprir com as exigências dessa resposta, assumindo os compromissos abaixo:

1.    Ser pessoa de fé, de oração, de leitura e de escuta da Palavra de Deus;

2.    Participar da formação específica antes do início da catequese e ainda das formações programadas durante o ano;

3. Participar das reuniões, encontros, retiros, adoração ao santíssimo, celebrações litúrgicas e festivas da Paróquia;

4. Ter participação assídua na vida sacramental da Igreja (Missa, Comunhão, Confissão, etc.) 
5. Convocar e mobilizar pais e catequizandos para os eventos realizados pela Paróquia, Decanato e Diocese;

6.    Conhecer e visitar as famílias dos catequizandos ( ao menos os que demonstram mais dificuldades).

7.    Ir a busca dos desistentes; ( nem sempre um catequizando desiste  sozinho).

8.    Estar em sintonia com as Orientações Diocesanas.


“O testemunho é fundamental. A Palavra de Deus é eficaz em si mesma, mas adquire sentido concreto quando se torna realidade na vida da pessoa que anuncia”. (João Paulo II)

É muito importante que o catequista atue sempre em comunidade e com o grupo de catequistas.

“O catequista que participa da vida de grupo, reconhece ser, em nome da Igreja, testemunha ativa do Evangelho, participando da vida eclesial, encontrando na Eucaristia uma grande fonte de crescimento pessoal e de inspiração para a realização de suas aspirações”. (DNC, 176).


v  Não devem existir catequistas isolados; trabalhar sozinho.

v  O grupo é: fonte de vida, esperança, animação e fortalecimento na fé;

v  Um grupo de catequistas que conhece Jesus e seu projeto, pode  ajudar a desfazer os medos, inseguranças, vazios, desânimos, com isso faz o grupo  adquirir confiança, crescimento  espiritual e fraternal.

v  No grupo deve existir: diálogo, comunhão fraterna, partilha dos problemas e busca
De  soluções, das preocupações e das alegrias da atividade catequética.


O perfil do catequista é um ideal a ser conquistado, olhando para Jesus, modelo de Mestre, de servidor e de catequista. (DGC 238 ss/DNC 261).
  
Lembre-se: "O verdadeiro desenvolvimento abrange o homem inteiro. O que importa é fazer crescer a capacidade de cada pessoa de responder à sua vocação, portanto, ao chamamento de Deus." (CIC 2461)

Por Maria do Carmo Caires Machado - Coordenadora de Catequese da Diocese de Campo Mourão

domingo, 24 de março de 2013

A RESSURREIÇÃO DE JESUS


A FESTA MAIS IMPORTANTE  NA HISTÓRIA DA IGREJA!

  É A RESSURREIÇÃO DE JESUS.



EXPLICATIVOS  DO TEXTO BÍBLICO ABAIXO:


A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO. ( JOÃO CÁP.11, 1-44)

(Explicação do versículo 1 ao 16)
Numa comunidade marcada por relações de afeto e amor ativo, ninguém tem medo de perigo ou de se comprometer quando se trata de ajudar o irmão necessitado. O receio de enfrentar obstáculos nasce da falta de fé que não compreende a qualidade de vida que JESUS comunica.


(Explicação do versículo 17 ao  27)
Jesus se apresenta como a ressurreição e a vida, mostrando que a morte é apenas uma necessidade física. Para a fé cristã a vida não é interrompida com a morte, mas caminha para a sua  plenitude.
A vida plena da ressurreição já está presente naqueles que pertencem à comunidade de Jesus.

(Explicação do versículo 28 ao 44)
A morte é o resumo e o ponto máximo de todas as fraquezas humanas. O medo da morte acovarda o homem diante da opressão, e o impede de testemunhar. O medo fortalece o poder dos opressores.
Libertando o homem desse medo, Jesus torna-o radicalmente livre e capaz de dar até o fim o testemunho da própria fé.



JOÃO CÁP.19, VERS.31 AO 37)
A morte de Jesus é o maior sinal de vida.

(Explicação...)

Morto na cruz, Jesus é o grande sinal, o ápice de todos os sinais narrados pelo evangelista João.
O sangue simboliza a morte; a água simboliza o Espírito que dá a vida: com sua morte Jesus trouxe
a   vida. Captar e testemunhar este sinal é  questão decisiva, pois só através dele a história do homem
vai encontrar a possibilidade de chegar à sua plenitude, dando lugar à sociedade livre e fraterna.
É acreditando na vida de Jesus que o cristão continua a obra libertadora por ÊLE  iniciada.



sábado, 23 de março de 2013

Hora Santa com os catequizandos


Adoração ao Santíssimo Sacramento  com os catequizandos.
UMA SUGESTÃO ELABORADA POR:
MARIA LUIZA BARBOSA      -    DECANATO DE CAMPO MOURÃO


Sexta - feira Santa

(Vamos refletir a C.F. 2013)

1. O Catequista faz a motivação para este momento...
Graças e louvores sejam  dados a todo  momento. (3 X)
Todos:   Ao Santíssimo e  Diviníssimo Sacramento
Glória ao Pai... ao Filho e ao Espírito Santo!
2.  Canto...Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão!  OU OUTRO CANTO...
3. Motivação:  Neste momento, queridas crianças diante de Jesus no Santíssimo Sacramento, queremos trazer nossa fé e nossa esperança, nossa missão de crianças e adolescentes que amamos Jesus que gostamos da presença de Jesus, em nossa  família, com o nosso  amiguinho nos encontros da catequese e também com  a presença de Jesus    na celebração Eucarística.
4.  Já que estamos aqui diante de Jesus, vamos silenciar o nosso coração e falar com Ele bem baixinho, pois esta fala só interessa a Ele.  (Pausa para silêncio)
Graças e louvores... (3 x)
Glória ao Pai...ao Filho e ao Espírito Santo!
Como era no princípio  agora e sempre.Amém
5 .Canto... Pelos prados e campinas verdejantes, eu vou...    ou outro canto conhecido.
6.  Vamos refletir também sobre a campanha da Fraternidade, e o que Jesus e sua mãe Maria falam para a juventude;  qual o compromisso dos jovens.   Então,  vocês sabem  qual o tema da C. da Fraternidade deste ano? Quem sabe,  fala!  E qual é  o lema?
( Após essa motivação... feita por um catequista ou responsável... 1  catequizando entra com o cartaz da C. F. e todos cantam o Hino da C.F.2013)
7. Canto da CF-2013...
Graças e louvores... (3 X)
Silêncio...
Canto:  A vossa Palavra Senhor é sinal de interesse por nós (2x)  ou outro canto...
8. Motivação:    Vamos ouvir  qual a mensagem que Jesus falou para as crianças, ouçamos:
Evangelho  de Marcos 10, 13-16,
Palavra da Salvação.........Glória a vós, Senhor!

9. Motivação:     Apresentar a vida de Jesus, destacando os seguintes  aspectos:
- sua presença forte, amável  e carinhosa para com todos;
- as curas aos doentes, o apoio aos mais pobres, o perdão aos pecadores;
-amigo dos apóstolos;
-Jesus como o homem do amor;
-mesmo rejeitado Jesus amou até o fim e permanece para sempre conosco;
-Jesus sempre esteve com todos, nos momentos tristes e nos momentos felizes, mesmo que não se perceba a sua presença.
-Jesus nos faz o convite:   Venham comigo!  Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida!
10. Motivação:  Vamos  em  silencio pensar no sofrimento da mãe de Jesus junto a seu Filho na cruz. ( quantas dores, quantas angústias, quanta tristeza, mas do outro lado: quanta força, quanta coragem, quanta humildade, fidelidade a Deus, ao povo e que sabedoria  recebeu do Espírito Santo de Deus para suportar tudo em silêncio no seu coração...)
Graças e louvores... 3 X
Ao Santíssimo e Diviníssimo ...
11. Motivar    os catequizandos para que expressem  o que entenderam fazendo as preces espontâneas.   Vamos dizer a Jesus, que estamos aqui, do jeito que somos, pois sabemos que somos amados e queridos com qualidades e defeitos e que Ele pode contar conosco.
Após cada prece responder:    SENHOR JESUS, AQUI ESTOU.
Graças e  louvores...  3  x.
12. Ler o SALMO 8,  cada catequizando ler 1 versículo, e a resposta será:
RESPOSTA:   SENHOR NOSSO DEUS, COMO É PODEROSO O TEU NOME EM TODA A TERRA!
13. Todos juntos:  Oração da Campanha da Fraternidade.
14. Rezar o Pai nosso (de mãos dadas)
15.  Canto Final:
Sair em silencio

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Catecismo da Igreja Católica


O Catecismo da Igreja Católica é um instrumento para orientar todos os fiéis no caminho de Cristo.
 Em 2012 comemoramos 20 anos de sua publicação (aprovado a partir da “Fidei Depositum”, (11 de outubro de 1992, do Beato João Paulo II) atualizado após o Concílio Ecumênico Vaticano II.)

Catequistas, vivemos um momento oportuno à leitura do Catecismo para, assim, recordarmos os fundamentos da nossa fé e os valores que os sacramentos proporcionam em nossa vida.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Slides sobre a Cf 2013

Amigos Catequistas
 A leitura desses slides nos ajuda a entender melhor os objetivos da Cf 2013.
Quem não conseguir baixar, posso enviá-los por e-mail (priscilinha_p18@hotmail.com).


http://www.slideshare.net/marquione/campanha-da-fraternidade-2013-breve-estudo



Catequista Priscila

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Missão do coordenador de Catequese

"Jesus Cristo é a Fonte Inspiradora na arte de coordenar" - DNC

Qual é a missão  do coordenador paroquial de catequese?

a) orientar, animar e coordenar:   em comunhão com o pároco, a catequese paroquial nos diversos níveis;

b) elaborar:  em conjunto o planejamento paroquial, levando em conta: necessidades locais, objetivos, princípios orientadores, projetos, cronograma, responsabilidades e os dados de um processo periódico de avaliação;

c) facilitar: a utilização de instrumentos e recursos  para o bom andamento da catequese;

d) representar:   a paróquia nas instâncias diocesanas;

e) integrar:  a catequese com as demais pastorais;

f) preocupar-se:  com a formação sistemática e permanente dos catequistas em todos os níveis;

g) despertar:  entre os catequistas a espiritualidade do seguimento de Jesus Cristo, inspirada na Palavra de Deus e celebrada na liturgia;

h) desenvolver:  qualidades necessárias para um bom trabalho em equipe: capacidade de escuta  e diálogo, valorização do grupo, crescimento  na consciência crítica, espírito de participação, firmeza no compromisso, solidariedade nas dificuldades, nas alegrias e espírito organizativo.


(Fonte: Diretório Nacional de Catequese-item  326)